Chove! Tenho medo , penso ele , de repente olha para a janela e tenta encontrar uma solução, matutou, pensou, já sei ,exclamou , pegou numa caneta, num papel , começou com um pequeno traço que se desfez num esboço, essa caneta parecia diferente, ele pensou no que diferenciava, o papel tinha as cores do arco-íris esboçadas num pequeno jardim, ele não encontrou a diferença, continuou a desenhar, sem geito, sem vontade, estava triste nada o conceberia feliz, olhou para a frente viu um quadro , esse quadro era de sua avó , com um movimento repentino descaiu a mão, ele fraquejou, relembrou-se de todos os momentos em que passara com ela.
Acordou, bom dia disse ele, passou mais uma noite, a cara dele estava cansada, comeu sempre em silêncio, preocupada perguntou-lhe a mãe o que se passara ele apenas olhou e continuo a comer , a mãe não disse nada.Pensara no sonho, soltou uma lágrima, tinha saudades dela, passaram dois anos e tudo na mesma como se fosse um dia depois de tudo, olhou pela janela estava sol, pensou ele o que iria fazer, foi-se vestir e foi dar uma volta, saiu de casa sorriu para todos, um sorriso falso que ninguém detectara, passou alguem, ele pasmara e se perguntara o que teria sido, reparou olhou, um olhar subjectivo perante aquela forma humana, segui-o em frente, continuou sempre a matutar sobre aquilo, sempre com o pensamento vazio, parou sentou-se. Que sitio tão triste pensou ele, apenas via um imenso azul rodeado de pouco verde, levantou-se olhou em frente pegou num clasto e atirou-o com uma força inimaginável, olhou para o fim, ele estava vestido de verde e de creme, creme era a cor preferida de sua avó, saudades daqueles tempos, que vazio tão forte decidiu andar, cada passo que dava mais longe estava, olhou para o lado viu um pequeno rebento , olhou para o céu , e pronunciou Março , aproximava-se a Primavera, uma estação verde , uma estação em que a natureza floresce de novo em que a Natureza vive outra vez, em que ela sorri.Será que ela vai florescer tão forte como foi no ano anterior perguntou ela para ele-mesmo.
Preocupado com tudo, ele desconhecia-se, cada vez se esquecia mais dele.
Passou a rua cruzou-se novamente com ela, ambos se olharam de uma forma estranha, viram-se seguiram em frente pela segunda vez se cruzaram como alguém uma vez tinha dito, "um dia cruzaras o destino" , essa frase nunca esquecida cada vez mais real, chegou a casa, deparou-se com uma encomenda em cima da cama, abriu-a, sem remetente, era uma carta, ele leu-a, "Não fujas ao destino que te foi traçado um dia encontraremos-nos", ele foi aos correios perguntou a data, marcava Abril, desse mesmo ano, ficou pasmado, sem palavras,parecia que tinha entrado noutro mundo, saiu dos correios foi para casa, penso o que seria ,seria alguém a gozar com ele? Seria o que ? chegou a casa foi para o quarto foi desenhar , adormeceu outra vez entre as suas cores.
Uma mista emoção de azuis penetravam-lhe naquele sono, umas letras estranhas entravam na sua visão. Acordou. Foi jantar
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Postado por David R. às 15:08 0 comentários
A diferença !
Existe uma substância que percorre o meu corpo e me consome dia para dia, será raiva ,ódio ?Não sei, essa substância altera o meu sistema,eu ajudo, eu faço perceber , mas simplesmente percebo que quanto mais dou menos recebo, ai é que se mostra o que eu dia para dia tento explicar , o egoismo é um dos sentimentos que o ser humano sempre teve, nunca percebi o que é , tu tambem não sabes, ninguem sabe, só sei que isso altera-me cada vez mais ,quanto mais tento uma aproximação mais decerto desaproximo, "somos todos diferentes " uma frase que percorre séculos, mas eu digo, é mentira nós somos todos iguais lutamos pelo mesmo, lutamos pela sobrevivencia , tentamos ser mais que todos, no fundo somos iguais, eu tentei ser diferente não consegui, por mais que tente a natureza chama todos , mas existe uma coisa em que todos diferenciamos o coração, esse sim é diferente, esse sim é o que me faz mover, faz-me preocupar, pressinto que este texto é o menos formal e metos melodramatico ou meloromantico de todos , mas não me importa, a vida nem sempre têm as cores rosas azuis etc.. mas eu tambem não sou escuro sou verde , quando acabares de ler este texto pensa se tu nunca deixas-te para trás nada que hoje te faria bem, pensa nos erros que comes-te . Errar é humano está certo, mas errar constantemente é o quê ?
Postado por David R. às 14:57 0 comentários